INPE Busca Fortalecer Dados do Sistema PRODES




PRODES é o principal projeto do Instituto na Amazônia e desde o final da década de 1980 faz o monitoramento por satélite do desmatamento na região

Nestas segunda (26) e terça-feira (27), pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e consultores convidados reuniram-se no Centro Regional da Amazônia (CRA/Inpe), em Belém, para nova discussão sobre o andamento do subprojetoProdes Incerteza. A metodologia do Inpe se propõe avaliar os dados do Projeto de Monitoramento do Desflorestamento da Floresta Amazônica Brasileira (Prodes).

No âmbito do projeto Monitoramento Ambiental por Satélite no Bioma Amazônia, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), financiado pelo Fundo Amazônia, foi elaborado um subprojeto denominado Prodes Incerteza, incumbido de fazer a avaliação estatística das incertezas associadas aos dados gerados pelo sistema Prodes.
É uma necessidade que o Prodes tenha um nível de confiabilidade associado e o trabalho do Prodes Incerteza é justamente estimar esse valor e com isso permitir ao Inpe melhorar sua metodologia, evidenciando o comprometimento do Instituto com a qualidade e eficiência do projeto.

Para desenvolver o Prodes Incerteza, o Inpe convidou pesquisadores de outras três instituições – Orlando Watrin, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) – Amazônia Oriental; Irving Foster Brown, da Universidade Federal do Acre (UFAC) e Paulo Maurício Graça, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), cuja responsabilidade é validar os dados do Prodes a partir de números do ano de 2014.

Na reunião desta semana, os pesquisadores do Inpe Dalton Valeriano – coordenador do Programa Amazônia, Luís Maurano, da Divisão de Processamento de Imagens (DPI/Inpe) e Marcos Adami, chefe-substituto do CRA estiveram junto aos consultores e seus assistentes durante discussões acerca de resultados parciais das atividades desenvolvidas de julho até o momento.

O Prodes é o principal projeto do Inpe na região amazônica e faz desde 1988 o monitoramento contínuo do desmatamento na Amazônia Legal Brasileira, baseando-se em imagens de satélites que são interpretadas utilizando técnicas de sensoriamento remoto e de processamento digital. As taxas anuais de desflorestamento geradas pelo projeto servem para que o governo brasileiro crie e estabeleça políticas públicas e acordos nacionais e internacionais.

O Centro Regional da Amazônia, do Inpe, está localizado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, em Belém.




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